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Serra do Caparaó: cafés que contam história

A região da Serra do Caparaó teve sua Indicação Geográfica (IG) oficialmente reconhecida na terça-feira, 02 de fevereiro de 2021, junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). E nesse momento histórico que o café possui seu registro na modalidade “Denominação de Origem”.


O processo de registro teve sua estruturação feita pelo Sebrae/ES e parceiros, como Caparaó Jr., Sicoob, IFES, Incaper, Ministério da Agricultura, Associação dos Produtores de Cafés Especiais do Caparaó (Apec), entre outros. O metodologia de estruturação demandou vários documentos, projetos e estudos para comprovar a origem do café produzido na região.


A Indicação Geográfica traz consigo o olhar que a região do Caparaó merece, não só pelos seus aspectos naturais, mas também humanos, e isso torna seus cafés únicos e especiais. Esse reconhecimento vai trazer benefícios para milhares de famílias de pequenos produtores, de onde vem quase a totalidade dos cafés produzidos na região da Serra do Caparaó.


A área geográfica da Denominação de Origem do Café do Caparaó envolve dez municípios do Estado do Espírito Santo e seis do Estado de Minas Gerais.


Do Espírito Santo:


- Dores do Rio Preto;

- Divino de São Lourenço;

- Guaçuí;

- Alegre;

- Muniz Freire;

- Ibitirama;

- Iúna;

- Irupi;

- Ibatiba e São José do Calçado.


De Minas Gerias:


- Espera Feliz;

- Caparaó;

- Alto Caparaó;

- Manhumirim;

- Alto Jequitibá, e Martins Soares.


Assista ao video manifesto:



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